sexta-feira, junho 08, 2007

.

No cair da noite me baixa um silêncio de flauta doce
E meus poemas escritos em papel higiênico
subsistem de um tentar em movimento cíclico
(infinito)
em órbitas transparentes
pontilhadas por cabos de vassoura nova de piaçava

.... a lua pateticamente aparece detrás da nuvem
o satélite é natural para todo o continente
(sinal perfeito)
Toca uma música de final feliz
Uma calma contida em algum canto
força minha boca a um formato de sorriso sem motivo
Meu papel-poema também vai pro lixo
mas desenrolam-se, pingando
os créditos

Nenhum comentário:

Sabedoria Popular...

"Quem não pode com a mandinga, não arrasta o patuá."