sexta-feira, outubro 26, 2007

no meio do caminho

Fé já não trago comigo
e bem sei que falta faz

Mas a vida escorre fácil
e facilmente eu vivo

...as sutilezas todas fúteis todas lindas todas claras todas leves
...tudo ...jogado

E mesmo que fique alerta
piso na merda
Tento deixar de ser lerda
mas tropeço e tombo
Não me esquivo da queda

Essa maldita pedra
consome meu ego vazio...
Um afago ou um remorso inconsciente
toma conta e flutua sobre a platéia
(insuportável cúmplice,
clientela velha)

No fim do caminho sem fim
já nem enxergo
Não há nada para se ver

2 comentários:

Anônimo disse...

acho que esse atingiu um grau de complexidade taum grande...que naum consegui entender...

estou ficando burro, ou eh muito profundo

heehe

perez disse...

pode ser sr anonimo, vai saber, né?

Sabedoria Popular...

"Quem não pode com a mandinga, não arrasta o patuá."